terça-feira, 12 de junho de 2012

Dia dos Namorados





Para meu namorado especial 
(Dedicado ao meu marido Flávio José - ser humano incrível que tem me ensinado grandes lições)

"Meu poeta eu hoje estou contente/
Todo mundo de repente ficou lindo/
Ficou lindo de morrer/
Eu hoje estou me rindo/
Nem eu mesma sei de que/
Porque eu recebi/
Uma cartinhazinha de você" 
( Vinícius de Moraes)


Porque você é muito especial e antes de mais nada

é meu doce companheiro,
que me torna uma pessoa melhor...


Porque em você minhas mãos encontram abrigo...
E meus olhos enxergam o amor e cuidados a mim devotados...

Porque você é muito especial e é quem escolhi para caminhar do meu lado...
Pra dividir o dia a dia, os risos, o pão...



Porque você é especial e faz tanta coisinha pra mim...
E tem paciência comigo, me escreve cartinhas...
e acorda cedo e me coloca sempre em primeiro lugar no seu dia.

Porque você é especial você me ensina o exercício da tolerância, 
do silêncio, da discrição, do bom humor...



Porque você é muito especial eu dedico a você esse dia
Eu comemoro com você a dádiva de ter alguém do meu lado
de construir os sonhos, de aprender o significado da aceitação mútua, da doação, da importância do ouvir.


Por tudo que você é e por você ser tão especial
quero dizer o quanto o admiro, o quanto me orgulho de você, o quanto me sinto feliz em ter você em minha vida!
Um beijo meu amorzinho lindo que eu amo!


Geneceuda Ferreira Monteiro de Almeida

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

"Mini Goat Dictionary" - ("Minidicionário Bodês")

''Goatese'' a backlands language: a primer

Publicado pela Agência Brasil

20/07/2003 - 11h41

Cabaceiras (PB), 7/22/2003 (Agência Brasil - ABr) - In the sertão, the goat is a constant presence not only in people's lives, but also in the local language. In her "Mini Goat Dictionary" ("Minidicionário Bodês") Geneceuda Monteiro revealed the extent of backlands goat-talk. It runs the gamut from adjectives to metaphors, nouns to figurative speech. It is a vocabulary with as much flavor and taste as goat ribs - a local delicacy. Here is a sample (literal translations - when possible - are in parenthesis):

acabrunhado - adj. sad, discouraged
bafo-de-bode - noun. (goat's breath) - bad breath, a drunk's breath
barba-de-bode - noun. (goat's beard) - a thin, scraggly beard
bé- onomatopeia, the sound of a goat's baying
berrego - noun. (bay) sound a goat makes; loud, continuous screaming
boca-de-bode - adj.(goat's mouth) a well-formed mouth with upper and lower teeth in line .
bode - noun. male goat
Bode Rei¹ - noun. a goat elected king during traditional celebrations in Cabaceiras
bodeado - adj. get one's goat, irritated
bode desajeitado - adj. (awkward goat) a clumsy, awkward man
bode-expiatório - noun. scapegoat
bode-fuleira - adj. (worthless goat) a sloppy, inelegant man
bodejar - v. slang. stutter
bodejar - v. slang. say lewd things to pretty girls
bodejo - noun. slang. a sound used to attract female goats
bode-malamanhado - adj. (bad looking goat) a man who is sloven, carelessly dressed
bode-môco - adj. slang. (young goat) a person who does not pay attention, doesn't listen
bode velho - noun. slang. an old man who chases women, a young bachelor
cabra besta - adj. slang. (goat beast) a vain, conceited, arrogant person
cabra bom - adj. slang. (good goat) a decent citizen
cabra da peste - adj. slang. (goat of the pest) courageous, valiant, willing to do things
cabra desenrolado - adj. slang. (unrolled goat) not uptight, extroverted, knows how to do things
cabra fresco 2 - adj. slang. (fresh goat) gay, homosexual
cabra leso - adj. slang. (foolish goat) dumb, indifferent
cabra macho - adj. slang. courageous, valiant, strong
cabra-mijão - noun. (goat that urinates) bed-wetter or, in the backlands, hammock-wetter
cabra-onça - noun. slang. (wildcat goat) very valiant
cabra-seco - noun. slang. (dry goat) very valiant, strong, fearless
cabreiro² - adj. suspicious
cabrita - noun. (little female goat) very young girl
cabritismo - noun. (state of being a goat) bothered, sensual, lustful
cabroeira - noun. (herd of goats) bad, ugly goats; bandits
cabrotar - v. (to do as a goat) fail, break a promise, go back on one's word
frei-bode - noun. (monk goat) protestant
Mec-bode - noun. (Mac-Goat) a goat sandwich; very popular in Cabaceiras (PB)
pé-de-cabra - noun (goat foot) crowbar
pinga-bode - noun. (goat tequila) alcoholic drink of fermented sugarcane and goat milk
Xixi-de-cabra - noun. (goat pee) a fine liquor that does not cause bafo-de-bode

Slang expressions:

Amarrar o bode - (tie up the goat) be in a bad mood
Deu certo que só boca de bode! - (worked out like a goat's mouth) successful
Dormir com as cabras - (sleep with goats) smell horribly, stink
Fazer bode - (do the goat) be mysterious, secretive, hide one's intentions
Não vou segurar cabra pra bode mamar! - (I will not hold the female while the male suckles) refuse
to make things easy for someone else, especially someone who is shifty, untrustworthy
Prendam suas cabritas que meu bode está solto! - (tie up your female goats because my
macho goat is loose) fathers say this when kids start going out
Vou capar o bode! - (I'll castrate the goat) do what Heloisa's uncle did to Abelard
Zé Bodão - (Joe the Big Goat) messy, inelegant.


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

OS NONATOS:VIDA,VERSO E VIOLA

O Vocabodário homenageia esses dois "cabras arretados" pelos seus 20 anos de carreira


A vida ávida de travessuras e sincronicidades uniu a dupla Os Nonatos. Um nascido na Paraíba, outro no Ceará. Mesmo nome, caminhos atravessados, histórias de vida parecidas. Sinas iguais.

Uns dizem que ambos têm o mesmo peso, há quem diga que eles têm a mesma altura. Fato que é contestado, imediatamente, por Nonato Costa. Muitos pensam que são irmãos. Não são. E são ao mesmo tempo! Apesar de não possuírem o mesmo tipo sanguíneo, apesar de nascidos de grupos genéticos distintos correm em suas veias o mesmo sangue artístico. Circula em suas entranhas as muitas vias dos versos, o mesmo suor poético, a mesma gênese da rima.

Eles trazem em si a completude das almas gêmeas, o ponto exato onde se encontram carne e unha, letra e canção. Eles se comunicam quase que por telepatia, estão conectados numa velocidade que ultrapassa os gigabytes, através da qual decodificam, simultaneamente, todos os pensamentos compartilhados. Basta um olhar, nenhuma palavra, um leve franzir de cenho é a senha: Nonato Neto sabe, exatamente, o que Nonato Costa quer dizer.

A simplicidade de seus modos se coadunam, sem conflitos, ao requinte de suas composições. São poetas arrojados, modernos, plugados em seu tempo e barrocos por competência. Trocadilhos, inversões, metáforas e paradoxos adornam suas canções. Dos longínquos sítios de suas memórias até os sites virtuais servem de matéria prima para sua diversidade musical. Nesse sentido, cada acorde de suas violas reproduzem bits uníssonos, gerando bytes que vibram numa escala musical dedilhada pela mesma harmonia de seus autores. São os poetas barrocos mais modernos da atualidade!

Com 20 anos de carreira, Nonato Neto e Nonato Costa representam o que há de melhor no mercado musical. Para se ter uma ideia, em carta enviada a dupla, o cantor e ator Jackson Antunes relata que “Os Nonatos além de sinônimo de qualidade, virou uma grife. Eu os procurei, para falar da minha admiração, do fã convicto que sou da dupla, que considero como Roberto e Erasmo, no campo das canções românticas, e que nos levam a sublimes sensações”. É assim que os "doutores do amor" atuam trazendo à tona e fazendo aflorar - à luz da palavra - os mais diversos sentimentos.

A dupla conquistou a amizade e admiração de alguns grandes artistas. Chico Anísio,Sérgio Reis,Tom Cavalcante, Shaolin, Oscar Niemeyer, Mateus Nachtergaele, Moacir Franco, entre outros, representam a força envolvente do talento dos Nonatos. Mais recentemente, a dupla Cesar Menotti e Fabiano lançou "Sem céu e sem chão", sucesso de autoria dos Nonatos. O lançamento foi anunciado via Twitter. Durante as postagens, Fabiano declarou que era fã do trabalho da dupla "Sou fã do trabalho de vcs. Fico feliz que tenham gostado. Abraço", declarou o cantor.

A exemplo de "Sem céu e sem chão" outras canções dos Nonatos já foram gravadas por Flávio José, Vicente Nery, Sirano e Sirino, Amazan, Tom Oliveira, Valdonys e por mais de 35 bandas como Mastruz com Leite, Cheiro de Menina, Caviar com Rapadura, Saia Rodada, Cavaleiros do Forró, Garota Safada, Forró do Muído e Aviões do Forró.

Além da carreira musical, a dupla divide o palco na apresentação do Programa Cantos&Contos. O programa é levado ao ar pelo Sistema Correio de Televisão e veiculado em toda a Paraíba. Assim, com a difusão na mídia e a ampliação das redes sociais o trabalho da dupla tem ganhado mais corpo, porque alma e coração eles têm de sobra. Isto bem sabe quem os acompanha na vida e na arte!

Os poetas seguem serenos, traçando sua caminhada com muita propriedade, muita seriedade e, acima de tudo, com muito respeito pelo público que os admira.

São artistas incontestes. São a síntese do mais polido verso. Essência de vida conjugada no ponteio da viola, extrato de rima rica, rima cara. Unidos pelo verso, rima rara.
Une-verso, coração!





Por: Geneceuda Monteiro
geneceuda.monteiro@gmail.com

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O jardim, o beija-flor e a dama...

Para minha mãe, presente pelos seus 74 anos, um breve episódio de seu jardim
"SEM SER DAMA DE CHALÉ
NEM PALÁCIOS, NEM PROGRAMAS, 
A DAMA DA NOITE É... 
A MAIS BONITA DAS DAMAS" 
(Nonato Costa)

Lavandas azuis, violetas, rosas, buninas, bugaris, maravilhas, jasmins,
mirras, laranjeiras, alecrins. Festa no jardim! Boa-noites, beneditas, copeiras, cravinas, pampoulas coloridas, amoras, aromas do jardim!

Beija-flores cintilantes, cibitos e pardais, borboletas, marimbondos abelhudos, abelhinhas,bem-te-vis! Quando o dia apaga o sol, acorda a noite e acende a lua: à espreita a dama se prepara, se enfeita, se insinua. Bem vestida, pura organza, linho fino, de cambraia, mas parece organdi, alva renda, fina saia. Sai bonita e perfumada, quem não viu perdeu de vista, só se mostra quando quer, é
tão linda a egoísta! Aparece e vai embora, já chegou raiando o dia, disputando com a aurora... 

 E quando o jardim se acorda e lá do céu o sol irradia, se fecha a dama-da-noite, vai dormir durante o dia. Na roseira, a aranha tece a teia bordada de miçangas cristalinas, gotas de sol. 

É festa no jardim! Pelo chão restam retalhos, finas pétalas descoradas, as vestes amarrotadas registram o acontecido... Conta-se que a dama-da-noite, ao beijo morno do dia: despetalou-se. 

  PS: As fotos são de autoria e flagrante de minha mãe, Dona Mocinha, durante suas andanças no jardim. Por: Geneceuda Monteiro, em 04 de agosto de 2011.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O arraiá da Cultura no raiar da Itararé

"Vem de perto, vem de longe, vem de carro e vem a pé... todo mundo está chegando pro arraial Itararé..." (Antonio Barros & Cecéu)

No furunfiado da sanfona, sob a grande latada no topo da Borborema, despontou novo arraial. De lá, daquele horizonte popular os zabumbas anunciaram a chegança.

Estrelas de todas as cores e grandezas por lá passaram e como novos tropeiros, em suas andanças, beberam daquela fonte e lá deixaram dependuradas -junto às bandeirolas - seus sorrisos e canções.

Vieram de perto e de longe, uns de carro outros a pé e nesse "vou de qualquer jeito" ficou muito bem esclarecido que os fins realmente justificam os meios. Todos quiseram ir. Todos foram ouvir, dançar e cantar com Santana, com Alcimar Monteiro, Genival Lacerda, Edglei Miguel,Antonio Barros e Cecéu, Maíra, Pinto do Acordeom, Zé Calixto, Amazan,Capilé, Os Três do Nordeste, Forró Gente Boa e Pra Gente Bem não faltou!

Pelo que se viu foi um desfile! A Cultura botou seus tamancos de salto e entrou na passarela no seu melhor estilo! Vestida de chita e algodão colorido! Bem nutrida à base de pão de queijo e rapadura, doce de Xiquexique e Jerimum! Uma lindeza para os olhos de quem viu! E o melhor: surgiu muito despretensiosa, mas deu Ibope! Uma BELÊza por assim dizer!

Também, chegou trazida pelas mãos de idealizadores visionários e, ainda por cima, amparada por um séquito de mais de 30 profissionais bem orquestrados por uma produção e direção artística audaciosa! Tinha que fazer bonito mermo! E fez!

Seduziu aos vivos e aos Santos! De telespectadores a internautas: tantos caíram em sua graça! Plantou naquela latada a sua raiz. Foi como “um sem querer querendo” abriu sua bandeira e fixou nas mais altas antenas, no horizonte Itararé, de onde se ver ao longe a tremular satisfeita.

Raiou naquele arraiá! E pelo que se sabe, pelo que se viu: tem muita história ainda pra contar e muita passarela a sua frente. Fez daquela latada seu palácio! De onde há de reinar por muitos anos e de onde há de casá e batizá!


Geneceuda Monteiro, 02 de junho de 2011


terça-feira, 21 de junho de 2011

Doce caboclo

Com açúcar e muito afeto!

De fato - tanto na vida, quanto na natureza - cada ser é para o que nasce! Basta um breve olhar e logo se vê que não nasceram para outra coisa, nasceram para fazer e ser como são.

Um possui o tronco ereto e alto, sua espécie pode medir até quatro metros, com braços laterais afastados, descrevendo uma curva em direção ao Sol. É assim que a Ciência o descreve. Como todos de sua espécie têm alguns espinhos, mas faz brotar bonitas flores.

Seu companheiro quando se espalha não há quem o junte! Sua origem de curcubitáceo possui uma grande variedade de formas. No caso dele, sua forma de moringa é bem definida: cheia de suas mungangas, suas pinturas! A Ciência acrescenta que tais espécies crescem em solos rasos, sobre as fendas das rochas e também cobrem extensas áreas da vegetação semiárida.

Daí a natureza das coisas! É justamente na nossa aridez diária que eles nos são indispensáveis, imprescindíveis. Eles quebram nossas blindagens de pedra, minam nossas lembranças com suas meninices, aguam nossa alma com a pureza de suas travessuras e macaquices. Falo da natureza de Curcubita Pepo e Cereus Gounellei!

Duas espécies nordestinas de origens distintas, duas vegetações típicas da nossa terra. Pelos seus nomes, pareceria piada, se não estivesse falando tão sério. E, na verdade, é impossível olhá-los sem rir de suas diabruras tão angelicais. Que valha-me Deus pelo paradoxo!

É que Pepo e Cereus, de nomes científicos igualmente engraçados, e vulgarmente chamados de... representam o que há de mais puro quando nos debruçamos em observar os “pantins” do homem do mato. Suas caras e trejeitos reproduzem o humor e esperteza dos caboclos do sertão.

Sem muito esforço, até porque o matuto caricato não gosta de se esforçar, basta um olhar deles, uma presepada qualquer e são capazes de derreter e cativar o mais turrão dos corações.

Misturam em seus mais entranhados ramos Pedro Malazarte, Jeca Tatu, O gordo e o Magro, Tom & Jerry, Martin & Jerry Lewis e tantos outros. Reinventaram Chaplin em nosso tempo moderno e o melhor: o fizeram em dose dupla!

São uma graça no melhor sentido da palavra. São feito “Tumé” e “Bebé”. Feito “a corda e a caçamba” se completam. Dão “certim feito boca de bode”.

Assim, impariados, doce par nordestino, made in Paraíba que não “arripuna”. Doce de alegria e rapadura, doce feito de gente: de Jerimum e XiqueXique!


Por Geneceuda Monteiro, em 21 de junho de 2011.


segunda-feira, 13 de junho de 2011

A degradação da mulher na música brasileira

Dedicado a Santana: o Cantador, Os Nonatos e Alcimar Monteiro grandes artistas defensores e construtores da boa música

"Tu és divina e graciosa, estátua majestosa do amor por Deus esculturada..." assim se refere Pixinguinha, na composição Rosa, exaltando a beleza feminina. O mesmo acontece em Boneca "Eu vi numa vitrine de cristal, no mais sublime pedestal, uma boneca encantadora..."

Foi-se o tempo em que a figura da mulher era cantada com tamanha ternura nas canções brasileiras. A verdade é que, ao longo dos anos, a mulher foi perdendo a imagem de santa, de rosa ou boneca, descritas nas inúmeras metáforas utilizadas para descrevê-la.

De Santa e Anjo a diabo, de Gatinha Manhosa - hit dos anos 60 - à Cachorra tão referendada nos bailes Funks, a imagem feminina foi perdendo moral dando espaço à vulgaridade presente nas composições - vide "Barraco III": "Me chama de cachorra, que eu faço au-au/Me chama de gatinha, que eu faço miau/Goza na cara, goza na boca/goza onde quiser". Um som, à época, muito tocado nas noites cariocas e cujo funqueiro compositor explicou que " o gozar na cara" trata-se de duplo sentido, só se for pra ele em achar que pode "gozar da cara" do público, mesmo assim o termo pede o uso correto da Preposição "DA".

Deixando a Gramática de lado, o fato é que além de cachorra, a mulher também foi chamada de Doida Demais, Condenada, Mentirosa, Cara de Cavalo, Rapariga, Ordinária, entre outros.

Até Caetano Veloso que cantou a sensualidade da mulher em Tigresa, a beleza em Você é Linda, cedeu à moda e gravou Não enche: "Vagaba, vampira, o velho esquema desmorona desta vez pra valer/tarada, mesquinha"...

De mais a mais, a mulher tem sido tratada como lixo musical. Em cada composição, a decomposição do mito feminino é cada vez mais aparente. E o lado intrigante do fato é observar a rapidez com que as gravadoras lançam novos hits no mercado e o quanto lucram com suas vendas.

Recentemente, Santana, o Cantador disse durante gravação de programa junino, em Campina Grande, que a mulher deve selecionar o tipo de música que escuta. Para ele a mulher deve escutar músicas que a enalteçam e não que destruam a sua moral. Viva Santana!

Entretanto, na contramão da mídia e da moda quem foi que mudou afinal? A mulher que perdeu o respeito por si? O homem? O tempo? Ou a indústria fonográfica brasileira?

Responda-me quem souber!


Geneceuda Monteiro